Coleta
GUIA DE COLETA PARA ANÁLISE NEMATOLOGICA
A amostra deve ser representativa da área afetada, de modo que permita ao laboratório conclusões seguras quanto à avaliação quantitativa e qualitativa da população de nematoides presentes na área amostrada. Para que isto ocorra, vários cuidados devem ser tomados com relação ao tamanho e numero das subamostras, profundidade e padrão da amostragem.
As amostras de solo devem ser coletadas na rizosfera das plantas com sintomas, incluindo-se no mesmo recipiente as raízes com os sintomas que forem encontrados.
RECOMENDAÇÕES PARA COLETA DE AMOSTRAS NEMATOLÓGICAS.
1. A coleta de amostra deve ser feita, preferencialmente, entre o florescimento e a colheita, e sempre que possível coletar amostras de solo e raízes (principalmente radicelas) com umidade natural, evitando coletar amostras em condições de encharcamento ou excessivo ressecamento, e nunca adicionar água na amostra.
2. Em áreas que não se visualiza os sintomas, a amostragem deve ser feita em ziguezague. Em áreas que apresentam os sintomas (reboleiras), a amostragem deve ser feitas nas plantas que se encontram nas periferias das reboleiras, em uma profundidade de 0-25 cm. Deve-se coletar subamostras de solo e raízes, e mistura-las tornando-se uma amostra composta de no mínimo 500 gramas de solo e 100 gramas de raízes.
3. Acondicionar as amostras de solo e raízes no mesmo saco plástico e identificar com o máximo de informações como, local da coleta, nome e telefone do proprietário, cultura anterior e atual da área, dia da coleta, condições climáticas.
4. Enviar a amostra o quanto antes para o laboratório, não deixa-las expostas a calor excessivo. E se necessário armazenar as amostras em geladeira, nunca em freezer.

Ferramentas necessárias para as coletas são, enxada ou enxadão, sacos plásticos, balde, etiquetas, caneta.

Coleta do solo e raízes.

Amostrar em zigue-zague quando não há sintomas ou na periferia da reboleira, coletando amostras de raizes com sintomas moderados, evitando plantas quase mortas.
GUIA DE COLETA PARA ANÁLISE FITOPATOLÓGICA
Diagnose de doenças de plantas, detecção e identificação das principais doenças causadas por fungos e/ou bactérias, em raízes, caules, folhas e frutos, segue recomendação:
1- Para diagnóstico exato de uma doença em plantas, a amostra vegetal (parte aérea) deve chegar ao laboratório em perfeitas condições, preferentemente frescas, coletar e armazenar em saco kraft ('saco de pão') coletar 5 a 10 plantas por amostra;
2- Evitar exposição ao sol e ao calor excessivo, recomenda-se colocar em isopor para o transporte;
3- Coletar plantas com sintomas típicos, estágio inicial ao intermediário, nunca coletar plantas mortas, as plantas obrigatoriamente devem apresentar partes sãs e doentes;
4- Coletar 2 a 3 plantas para cada amostra para análise de raiz e solo, acomodar em saco plástico aproximadamente 500 gramas de solo, e no mínimo 50 gramas de raiz.
5- Em caso de plantas pequenas, coletar a planta inteira, com as raízes. Para não machucar as raízes, cavar ao redor das plantas e retira-las do solo com cuidado;
6- Em caso de cultivos hidropônicos, as plantas devem ser retiradas dos balcões de cultivo, tomando o cuidado de deixar escorrer e secar o excesso de solução nutritiva das raízes.
7- As amostras devem estar devidamente identificadas.
8- Enviar também, outras informações como: sintomas observados, tempo de aparecimento dos sintomas, aplicação ou não de defensivos agrícolas.

Trichoderma
Teste de recuperação de esporos de ação biológica

Phytophthora
